domingo, 28 de fevereiro de 2010

Fluminense estréia hoje pela Taça Rio


O crédito conquistado com a espetacular arrancada na reta final do último Brasileirão vem se tornando motivo de maior cobrança para a torcida tricolor em 2010. Com uma campanha até então abaixo das expectativas na temporada, o Fluminense inicia a Taça Rio pressionado por uma boa atuação contra o Friburguense, neste domingo, às 17h (de Brasília), no Maracanã.
Para reconquistar a confiança da torcida após um começo de ano sem vitórias em clássicos, eliminação na semifinal da Taça Guanabara e com direito a tropeço contra o modesto Confiança, pela Copa do Brasil, Cuca deposita suas fichas no seu retrospecto pessoal – é o atual tricampeão – e numa nova dupla de ataque. Depois de reconhecer que Fred ainda não rendeu o esperado em 2010, o treinador deve lhe dar um novo companheiro: Wellington Silva, de apenas 17 anos.

Ficha Técnica

Fluminense:
Rafael, Mariano, Gum (Digão), Cássio e Júlio César; Diogo, Diguinho, Everton e Conca; Fred e Wellington Silva (Alan)
Técnico: Cuca

Friburguense:
Marcos, Sérgio Gomes, Cadão, Wallace e Flavinho; Bidu, Cassio, Alex e Flavio Santos; Thiago Santos (Léo Andrade) e Vivinho (Hércules).
Técnico: Cleimar Rocha

Estádio: Maracanã
Árbitro: Felipe Gomes da Silva
Auxiliares: Lillian da Silva Fernandes Bruno e Andréa Izaura Marcelino de Sá.

Sem Adriano, Love e Pacheco comandam a baile rubro-negro


Os desfalques não fizeram muita falta ao Flamengo contra o Macaé, neste sábado, em Volta Redonda. O brilho de dois jogadores foi suficiente para golear o time norte-fluminense por 4 a 1, no estádio Raulino Oliveira, pela primeira rodada da Taça Rio. Vagner Love e Vinícius Pacheco marcaram dois gols cada um, com Laio descontando. Com isso, Love passou a ser o artilheiro do Carioca com oito gols.
O técnico rubro-negro, Andrade, foi obrigado a escalar um time misto. Adriano e Kleberson tiveram de se apresentar à seleção brasileira para o amistoso contra a Irlanda, na terça-feira. Álvaro e Petkovic sentiram dores musculares e foram vetados. Bruno Mezenga, Fernando e David, respectivamente, os substituíram. Mas tudo deu certo, e o técnico ainda pôde observar os estreantes Ramon, que tabelou com Love em um dos gols, e Rodrigo Alvim.

Ficha Técnica:

Flamengo:
Bruno, Leonardo Moura, David, Fabrício e Juan (Rodrigo Alvim); Toró, Willians, Fernando (Ramon) e Vinícus Pacheco(2 Gols); Vagner Love(2 Gols) e Bruno Mezenga (Fierro).
Técnico: Andrade.

Macaé:
Jefferson, Fred, André, Otávio e Bill; Gedeil (Léo Santos), Marciel, André Gomes e Cléber Oliveira; Laio(1 Gol) (Raphael Aguiar) e Norton.
Técnico: Toninho Andrade.

Cartões amarelos: Gedeil, André, Bill, Norton (Macaé) Leonardo Moura, Vinícius Pacheco, Fabrício (Flamengo).

Caio define a estréia do Botafogo na Taça Rio


O Botafogo iniciou a Taça Rio como terminou a Taça Guanabara: vencendo. Neste sábado, o time do técnico Joel Santana fez 3 a 1 no Americano, em Campos, e aumentou ainda mais a empolgação de sua torcida, que está animada com o bom momento do time.
O atacante Caio provou sua importância para a equipe. O talismã entrou no segundo tempo, quando o placar empatado, e marcou dois gols. Marcelo Cordeiro fez o primeiro. Leandro Gomes fez para a equipe da casa. Com três pontos, o campeão da Taça GB já pula na frente dos outros concorrentes do Grupo B. E volta a campo na quinta-feira, às 21h50m, quando recebe o Duque de Caxias no Engenhão. Ainda sem ponto no returno, o Americano encara o América, também na quinta, às 17h, em Édson Passos.

Ficha Técnica:

Botafogo:
Renan, Fábio Ferreira, Fahel e Wellington; Jancarlos (Somália), Leandro Guerreiro, Eduardo (Caio(2 Gols)), Lucio Flavio e Marcelo Cordeiro(1 Gol); Herrera (Renato) e Loco Abreu.
Técnico: Joel Santana

Americano:
Fred, Elson, Nirlei, Índio e Rafinha (Renatinho); Djair, Paulo Henrique (Jader), Dudé e Edinho; Leandro Sena (Itacaré) e Leandro Gomes(1 Gol).
Técnico: Paulo Marcos

Cartões amarelos: Nirlei, Djair, Paulo Henrique, Elson (AMC); Wellington, Jancarlos, Renato (BOT).

Cartão vermelho: Índio (AMC)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Craque da Rodada: Obina


Craque da Rodada: Obina do Atlético Mineiro
Ele é o segundo craque da rodada seguido que joga por um clube mineiro.
Conseguiu esse marco, fazendo apenas 5 Gols, pelo Galo na Copa do Brasil.
Parabéns Obina

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Fla estréia com vitória diante do Universidad


O Flamengo entrou em campo, tentando esquecer a eliminção para o Botafogo pelo campeonato carioca.
O campeão brasileiro teve o pior público entre as cinco equipes do país que disputam o torneio sul-americano. E, ao analisar as participações recentes, a presença discreta de torcedores no estádio não é surpresa, o que esvazia a tese de que o aumento de 25% no preço dos ingressos neste ano foi preponderante para o fracasso nas bilheterias.
Comparada à estreia do Fluminense na Libertadores em 2008, a do Fla também perde. O Tricolor goleou o Arsenal por 6 a 0 diante de um público de 32.614 pagantes.
O jogo começou mal para o Flamengo, que teve Willians expulso logo no 1 minuto de jogo.
Mas praticamente no lance seguinte, Leo Moura abriu o placar com um golaço, Flamengo 1 a 0.
O jogo se igualou quando o jogador do Universidad foi expulso, estranhamente depois de acertar uma bola no travessão.
Assim o Flamengo teve o controle do jogo, e liquidou a fatura depois de belo passe de Léo Moura, Adrinao entrou de frente para o goleiro e com um leve toque fechou com caixão chileno.
Com esse resultado o Flamengo quebrou um tabu de nunca estrear com vitória em estréia de Libertadores

Feito por: Marcello Neves

De virada, Corinthians estréia com vitória na Libertadores


Com dois gols do volante Elias, Corinthians vence o Racing e marcar seus primeiros pontos na Libertadores.
O Volante corinthiano que faria sua primeira partida internacional pelo Timão falou:
- É um outro tipo de jogo. O Mano tinha avisado, mas foi dentro de campo que nós vimos que o bicho é bem diferente mesmo. Posso dizer que, pela história, por ser Libertadores, que eu nunca tinha disputado, foi a partida mais importante da minha carreira até agora – afirmou o camisa 7.
O Jogo era dificil para o Corinthians, que se afobava demais na frente e errava demais atrás.
Até que em um desses erros, o Racing abriu o placar depois de bela troca de passes.
Depois do susto o corinthians se lancou ao ataque, e depois de bela triangulação e um toque de letra de Tcheco, Elias entrou na cara do gol para empatar.
A partida era pegada e com muita catimba pelo lado argentino, mas nada que intimidasse o corinthians, que logo no segundo tempo virou a partida novamente com Elias.
Ao fim do jogo a torcida corinthiana cantava música em provocação a torcida do Palmeiras, que não se classificou para a Libertadores.

Feito por: Marcello Neves

Fred decepciona novamente, e Flu fica no empate


Em partida melancólica, o Fluminense decepcionou sua torcida e ficou apenas no empate com o modesto Confiaça.
Com pênalti perdido, Fred novamente foi alvo de criticas da torcida, mas rebateu:
– Com paradinha é difícil errar o pênalti, mas acontece. Às vezes os goleiros ameaçam mexer e param, e isso acaba complicando um pouco. Vou ter que treinar algumas variações, porque eles estão espertos – disse o atacante.
O Fluminense abriu o placar em uma jogada confusa, Conca bateu a falta para dentro da área, e Gum de costas para o gol abriu o placar. 1 a 0
Depois disso o Fluminense recuou, e deixando espaços para o time do Confiança, que aproveitando uma falha de marcação do setor defensivo, empatou o jogo com Serginho.
O Fluminense tentou o que pode, estreiou o jovem Wellington Silva, que já está vendido ao Arsenal, mas parou das boas defesas do goleiro Pantera.
Com esse resultado o Fluminense tem o jogo de volta para buscar a classificação na Copa do Brasil.

Feitor por: Marcello Neves

A noite de Obina

obinaTudo bem que o adversário era o desconhecido Juventus-AC, mas 7 a 0 nunca é um resultado normal. O Galo foi perfeito essa noite e garantiu sua vaga na próxima fase da Copa do Brasil, sem necessidade do jogo de volta. A estrela foi Obina, que volta e meia apronta uma das suas e faz vários gols na mesma partida. Mas hoje foi especial. Nada mais, nada menos que cinco gols (Diego Tardelli e Marques completaram a goleada). Se fosse domingo, aposto que pediria um videoclipe no Fantástico, não só uma música. De quebra, entrou para a história do Galo, como nos conta Marcelo Bechler em seu blog.

Obina faz 5 e entra para o Top 10 do Atlético.

A noite de 24 de fevereiro vai ficar marcada na memória do atacante Obina. O artilheiro marcou cinco vezes na vitória por 7 a 0 sobre o Juventus-AC e entrou para a lista dos 10 atleticanos a marcar cinco ou mais gols em uma única partida na história do clube. O fato só ocorreu 15 vezes em 101 anos de história do Atlético.

O primeiro a conseguir o feito foi Meireles que fez 5 na vitória do Galo (que na época nem era Galo) sobre o Granbery em 1913. O último havia sido do finado Gérson em 1991 na vitória alvinegra por 11 a 0 sobre o Caiçara do Piauí, pela Copa do Brasil.

Guará, o mesmo que dá nome ao tradicional Troféu entregue pela rádio Itatiaia, foi quem realizou o feito por mais vezes: quatro entre 1935 e 1936.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

PFC > TEMPO REAL > LANCE A LANCE


Acompanhe os jogos em tempo real do PFC, lance a lance pelo Twitter.
Sigam: @marcello_neves1 e @victorhgmafjv e não perca nenhum lance.
Marcello Neves: http://twitter.com/marcello_neves1
Victor Massa: http://twitter.com/victorhgmafjv
Abraços...

Confiança para vencer o Confiança

Competição nova, vida nova e ânimo renovado.
É assim que o Fluminense tentar esquecer a derrota para o Vasco no campeonato carioca e entra de cabeça na Copa do Brasil.
O Fluminense entra em campo com mudanças, para a vaga do volante Diguinho, que está suspenso, o técnico Cuca confirmou o meia Willians; Marquinho será o substituto de Julio Cesar, que está com um problema no joelho esquerdo; e Alan será titular ao lado de Fred. Cássio, que chegou a ser dúvida por causa de dores musculares durante a última semana, está confirmado.
Mesmo jogando em casa, o Confiança deverá ter uma torcida menor do que a do Tricolor nesta quarta. Nada que abale a motivação do time sergipano, que sonha surpreender o adversário e levar a disputa para a segunda partida, no Maracanã.

Ficha Técninca:

Fluminense:
Rafael, Mariano, Gum, Cássio e Marquinho; Diogo, Everton, Willians e Conca; Alan e Fred
Técnico: Cuca

Confiança: Pantera, Bira, Clebão e Eri; Vovô, Raulino, Eduardo Silva, Edson Sá (Ciro) e Seginho; Michel e Cristiano Alagoano
Técnico: Gilmar Silva

Estádio: Batistão
Horário: 21h50m
Árbitro: Lourival Baptista
Auxiliares: Belmiro da Silva (BA) e Adson Márcio Lopes Leal (BA)

Tentando esquecer o Carioca, Flamengo estréia na Libertadores

Flamengo hoje tenta esquecer a derrota por 2 a 1 para o Botafogo em vem com tudo na estréia da Libertadores da América.
O título brasileiro e a chegada de Vagner Love deram ao clube carioca o status de equipe a ser batida. No Chile não são raras vezes que a imprensa utiliza a palavra medo” para referir-se ao jogo desta quarta.
A obrigação de vencer às vezes atrapalha. Contra o Botafogo, por exemplo, o decantado favoritismo terminou em derrota. E o discurso dos jogadores lamentando as chances perdidas e considerando o Alvinegro o “time de uma jogada só” deu a impressão de falta de humildade.
Ficha Técnica:

Flamengo:
Bruno; Léo Moura, Álvaro, Fabrício e Juan; Toró, Willians, Kleberson e Vinícius Pacheco(Petkovic); Vagner Love e Adriano.
Técnico: Andrade

Universidad Católica: Garces; Fuentes, Nena e Martinez; Carreño, Henriquez, Valenzuela, Damián Diaz e Toloza; Mirosevic e Juan Morales.
Técnico: Marco Figueroa

Estádio: Maracanã
Horário:
21h50m
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)
Auxiliares: Nicolás Yegros (PAR) e Emigdio Ruiz Roa (PAR)

Agora é pra valer...


Corinthians começa hoje a luta pela Libertadores em seu centenário.
Esta é a sétima participação do Corinthians na Libertadores, mas esse pode ser considerada a mais importante, pois trata-se do centenário corinthiano.
O Corinthians é apontado por especialistas como um dos favoritos da Libertadores, pois contém nada mais, na menos no seu elenco, que os campeões mundiais: Ronaldo e Roberto Carlos, por isso o time entra em campo com a obrigação de vencer.
Do lado do Racing, o técnico Juan José Verzeri também terá força máxima para o duelo com o Timão. Essa será a terceira partida da equipe na Libertadores. Antes, despachou o Junior Barranquilla da fase de repescagem. Assim, assegurou vaga no Grupo 1.

Ficha Técnica

Corinthians: Felipe; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Tcheco e Jorge Henrique; Defederico e Ronaldo
Técnico: Mano Menezes

Racing: Contreras; Brasesco, Hernández, Pallas e Tejera; Vega, Ostolaza, Flores e Matías Mirabaje; Néstor Silva e Quiñones.
Técnico: Juan José Verzeri.

Estádio: Pacaembu
Horário: 21h50m
Árbitro: Raúl Orosco (Bolívia)
Auxiliares: Jorge Calderón e Juan Arroyo (ambos da Bolívia)

Em partida difícil, Inter vence Emelec na estréia da Libertadores


Na estréia de Pato Abbondanzieri, o Inter suou para ganhar do Emelec em sua estreía pela Libertadores.
Com gols de Nei e Alecsandro, o time somou seus primeiros 3 pontos na Libertadores.
A mão que afagou foi a mesma que puxou a orelha de Walter depois da vitória de 2 a 1 sobre o Emelec. O técnico, Jorge Fossati, elogiou o desempenho do atacante, que foi a campo no segundo tempo, teve bom rendimento e deu o passe para o gol da virada, marcado por Alecsandro. Mas também pediu maior comprometimento ao atleta.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Internacional começa sua luta pela Libertadores!


Internacional começa hoje sau luta pelo Bicampeonato da Libertadores, como um time em versão latino-americana.
O Inter tem em seu elenco: o técnico Jorge Fossati, os meias argetinos D'alessandro e Guiñazu e os uruguais Bruno Silva e Sorondo.
O Inter vai desfalcado para o jogo; sem poder contar com os zagueiros Índio e Fabiano Eller lesionados, Sorondo e Danilo Silva são os substitutos.
Dos atletas em condição de jogo, apenas Kleber Pereira não foi relacionado.
O Emelec, em Porto Alegre desde o fim de semana, cancelou o reconhecimento que faria do gramado do Beira-Rio na noite desta segunda-feira. O time equatoriano eliminou o Newell’s Old Boys, da Argentina, para chegar ao grupo do Inter na Libertadores.

Internacional x Emelec

Internacional: Abbondanzieri, Bolívar, Sorondo e Danilo Silva; Nei, Sandro, Guiñazu, Giuliano e Kleber; Edu (Taison) e Alecsandro.
Técnico: Jorge Fossati

Emelec: Elizaga, Gabriel Achilier, Fleitas e Mariano Mina; Pablo Pérez, Pedro Quiñónez, Valencia e Quiroz; Rojas, Hernán Peirone e Biglieri.
Técnico: J.Sampaioli

Estádio: Beira-Rio
Horário: 21h 50
Árbitro:
Diego Abal (Argentina)
Auxiliares: Roberto Reta (Argentina) e Gustavo Esquivel (Argentina).

Agora é levantar a cabeça e seguir em frente!

O Vasco infelizmente perdeu o título da Taça Gb. Para nós Vascaínos, e não só Vascaínos como qualquer outro clube que perde a final de um Campeonato, ficamos tristes, chateados, com raiva e etc.. Mas não é o fim do Mundo, afinal o Botafogo ganhou “um peniquinho”, ou seja não ganharam a barra de chocolate toda , mas sim um quadradinho dela.Pra quem não sabe o Carioca é o único do Brasil que tem 3 Campeonatos:Taça Gb, Taça Rio e o Campeonato Carioca .Sendo assim o vencedor da Taça Gb disputa com o vencedor da Taça Rio e ai sai o grande Campeão Carioca. Portanto: “não há tempo para se lamentar” como disse o Capitão do time da Colina Carlos Alberto. É hora de levantar a cabeça e pensar na Taça Rio, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Isso não serve so pro Vasco mas sim para todos os 4 Grandes Cariocas. Incluindo o Botafogo que inclusive ano passado lutou também para não cair para a Série B do Brasileirão junto com o Fluminense, já o Fla foi Campeão Brasileiro. E o Vascão também Campeão Brasileiro da Série B. Portanto temos time e garra para disputar Títulos. È so querer e jogar!

Feito por: Victor Massa

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Chicão na rede e fim de papo

mwagnerChicão já havia tentado duas vezes, quando o jogo estava zero a zero. A primeira foi à meia-altura, Muriel defendeu em dois tempos. A segunda foi seca e rasteira, saiu pela linha de fundo, junto ao poste direito. Não havia feito nenhum gol no Gauchão, o bravo Chicão do valente Novo Hamburgo. Mas quando a semifinal contra o Inter se encaminhava para o final, empatada em 1×1, Chicão sentiu o pé finalmente calibrado e acertou um míssil no ângulo direito, absolutamente no ângulo, no limite. Não deu para Muriel, não daria para Lauro, nem para Abbondanzieri. Desconfio que não daria para Clemer, Taffarel e Benitez, todos juntos. Se entrevistado, talvez Manga dissesse que alcançaria a bola com seus braços de borracha e a mão com dedos de vinte centímetros, como fez com Nelinho na final de 1975. Mas a bola de Chicão não foi para goleiros humanos.
noia
Ninguém sabe melhor do que Jorge Fossati, goleiro dos bons, que a bola de Chicão era indefensável. E foi o mesmo Fossati, técnico dos bons, que tomou a decisão de jogar a semifinal com um time reserva, esbravejando com a marcação do jogo a dois dias da estreia na Libertadores. Fez um upgrade no seu time B, é verdade, lá estava o reforço Kleber Pereira, e também estava Andrezinho, que tentou de falta, que cruzou bem para Leandro Damião, que tocou para Bruno Silva abrir o placar. Mas foi tudo e foi pouco.

Chamado de Os Galácticos do Vale, o Noia continuou na mesma balada segura e empatou o jogo em pênalti sofrido por Maiquel e convertido por Paulinho. Já havia subido a placa dos acréscimos, quatro minutos, as listas dos cobradores dos pênaltis já começavam a ganhar forma quando Chicão acertou o chute de sua vida e botou o Inter para pensar de vez na Libertadores.

Os galácticos, com ex-jogadores da dupla Gre-Nal, estão na final. Terão Rodrigo Mendes de volta, após suspensão. Terão Gilmar Iser,o Ferguson de Novo Hamburgo . Já não ouvem as reclamações de Fossati, porque seu argumento sobre a tarde no Beira-Rio é defintivo: Chicão na rede e fim de papo.

Craque da Rodada: Roger

Craque da Rodada: Roger do Cruzeiro

Roger entrou no segundo tempo do clássico mineiro e realmente mudou a história do jogo.
Roger em 15 minutos, deu o passe para o segundo gol cruzeirense e ainda fez um golaço, na vitória do Cruzeiro pro 3 x 1 sobre o rival Atlético Mineiro

Parabéns, Roger

Palmeiras vence, com show de Robert

Entre protestos e desconfiança, o Palmeiras ressurgiu neste domingo.
A vitória recolocou o Palmeiras na competição. Agora com 16 pontos e em oitavo lugar, o time do Palestra Itália se aproximou do grupo dos quatro primeiros. Já o São Paulo, que tinha a pretensão de terminar esta rodada no G-4, está apenas um ponto à frente do rival e ocupa a sexta colocação.
O São Paulo começou a se complicar no segundo tempo, quando Xandão perdeu na corrida para o lateral palmeirense, como já tinha amarelo, foi expulso.
No Lance seguinte, Cleiton Xavier cruzou na medida para Robert abrir o placar de cabeça. 1 a 0 Palmeiras.
O São Paulo corria atrás do empate mas sem sucesso.
Com a vantagem, o palmeiras não demorou para marcar o segundo, aos 23 minutos, Marquinhos cobrou escanteio fechado, para Robert na primeira trave marcar. 2 a 0 Palmeiras.
Com um a menos e dois gols de desvantagem, a situação ficou complicada para o São Paulo. Melhor para o Palmeiras, que passou a explorar os contra-ataques e viu seu torcedor, que esbravejou no meio de semana depois da goleada de 4 a 1 para o São Caetano, gritar olé no toque de bola dos jogadores no meio-campo.

Ficha Técnica:

Palmeiras:
Marcos; Wendel, Léo, Danilo e Eduardo; Pierre, Márcio Araújo, Cleiton Xavier (Edinho) e Diego Souza; Lenny (Marquinhos) e Robert(2 Gols) (Deyvid Sacconi).
Técnico: Antônio Carlos

São Paulo: Rogério Ceni; Renato Silva (André Luis), Xandão, Miranda e Jorge Wagner; Jean, Cleber Santana (Léo Lima), Cicinho e Hernanes; Marcelinho Paraíba e Washington (Henrique).
Técnico: Ricardo Gomes

Cartões amarelos: Pierre (P); Xandão (SP).
Cartão vermelho: Xandão (SP)

Feitor por: Marcello Neves

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A Hora da Revanche !

Alvinegro vence o Vasco por 2 a 0 e vai decidir o título carioca pela quinta vez seguida.
Pode ter sido 2 a 0, mas teve gosto de 6.
O Botafogo fez um jogo parecido com o contra o Flamengo, um time fechado, se defendendo e saindo nos contra-ataques, o Vasco teve mais posse de bola, mas pecou nas finalizações e não teve um ataque decisivo, sendo assim, não marcando nenhum gol nas 2 partidas decisivas.
O time do Botafogo chegou ao primeiro gol na base do ''chuveirinho''. Numa cobrança de escanteio de Marcelo Cordeiro, Fabio Ferreira cabeceou no canto do goleiro Fernando Prass. 1 a 0 Botafogo...
O time do Vasco se perdeu em campo com a expulsão de Nilton, que aos 26 minutos do segundo tempo, entrou de forma violenta no atacante Caio, que acabará de entrar.
Mas mesmo assim, Vagner Mancini colocou o time para frente com a entrada de Rodrigo Pimpão, que logo no 1º lance teve boa chance, e incêndiou o time do Vasco com a tentativa de um passe de letra, mas no próprio contra ataque, Titi comete falta em Caio e leva amarelo.
No lance seguinte, o juiz marca pênalti a favor do Botafogo, alegando que o próprio Titi teria puxado Loco Abreu dentro da área. Pênalti para o Botafogo e Titi sera expulso.
Loco Abreu bateu o pênalti com perfeição e fechou o caixão vascaíno no Maracanã.
Fim de Jogo: Botafogo 2 x 0 Vasco, o Botafogo é Campeão da Taça Guanabara.

Ficha Técnica:

Botafogo:
Jefferson; Wellington, Fahel e Fábio Ferreira(1 GOL); Alessandro, Leandro Guerreiro, Eduardo, Lucio Flavio (Caio) e Marcelo Cordeiro; Herrera e Loco Abreu(1 GOL).
Técnico: Joel Santana

Vasco: Fernando Prass; Élder Granja, Fernando, Titi e Márcio Careca; Nilton, Léo Gago (Magno (Rodrigo Pimpão), Souza (Rafel Carioca) e Carlos Alberto; Dodô e Philippe Coutinho
Técnico: Vagner Mancini

Cartões amarelos: Léo Gago, Titi (Vasco); Marcelo Cordeiro, Fábio Ferreira (Botafogo). Cartões vermelhos: Nilton e Titi (Vasco)

Feito por: Marcello Neves

É Final, afinal...

Um clássico histórico, polêmico e de união entre as torcidas.
Vasco e Botafogo jogam hoje pela final da taça guanabara, com o reflexo do jogo do 1 turno.
Dificil de esquecer da memória de botafoguenses e vascaínos aqueles 6 a 0, que instalou-se uma crise em general severiano.
Mas com a chegada de Joel Santana parece que as coisas mudaram, a melhora do sistema defensivo botafoguense é um dos pontos fortes da mudança.
Por outro lado, vasco da gama vem com a moral de ter ganho de 6, com um ataque fulminante com P.Coutinho, Carlos Alberto e Dodô.
Inicialmente com muita desconfiança com a chegada do técnico Vagner Mancini.
Mas Mancini conseguiu segurar a barra como poucos, depois de uma excelente campanha na Série B, que o técnico Dorival Junior fez.
Vasco e Botafogo decidem hoje, qual alvinegro vai ficar com o titulo de campeão da taça guanabara 2010.

Estádio: Maracanã
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises e Ricardo Maurício Ferreira de Almeida

Vasco: Fernando Prass, Elder Granja, Fernando, Titi e Márcio Careca; Nilton, Léo Gago, Souza e Carlos Alberto; Philippe Coutinho e Dodô
Técnico: Vagner Mancini

Botafogo: Jefferson; Wellington, Fahel e Fábio Ferreira; Alessandro, Leandro Guerreiro, Eduardo, Lucio Flavio e Marcelo Cordeiro; Herrera e Loco Abreu
Técnico: Joel Santana

Feito por: Marcello Neves

Ainda bem que não era domingo

Cássio Zirpoli

Diário de Pernambuco

Um dos piores clássicos que já vi na Ilha do Retiro.
Uma arbitragem fraca, sem pulso, conivente.
Dois times longe de um primor técnico.
O Sport com uma falta de articulação no meio-campo que irrita qualquer um. Que faz o torcedor sair do estádio sem outro assunto para conversar.
O Náutico com um time de meninos, com sete jogadores da base em campo. O que não é sinônimo de qualidade. Para isso, falta muito ainda. Era uma equipe remendada.
Um técnico experiente, mas sem ousadia alguma para mexer na equipe, mantendo 3 zagueiros por mais 30 minutos de prorrogação se fosse o caso neste sábado.
O outro, interino, contava os minutos para deixar a área técnica, consciente de que o elenco timbu não reunia forças.
Um empate justo. No placar, 1 x 1. Mas até os gols mostram o baixo nível da partida.
O primeiro, depois de uma linha de impedimento absurdamente mal feita pela zaga alvirrubra, mesmo com o lançamento (um “balão”, na verdade) de Dutra. Na hora de finalizar, Wilson teve o seu mérito. Mas o time não embalou.
Depois, uma cobrança de falta de Hamilton, que em 2009 vestia a camisa do Sport. Com o uniforme do Náutico – e também com a braçadeira de capitão, por causa da ausência de Carlinhso Bala -, o volante abusou da pegada forte, mas também ficou marcado com o gol de falta. Mas “daquele” jeito, né…
Num frango de Magrão! Os gigantes também falham, Magrão. E mais de uma vez, como no caso do paredão leonino, que já não havia ido bem na última quarta.
No fim, uma expulsão pra cada lado, numa situação mal dirigida pelo árbitro Carlos Costa, que até ali não sabia o que era cartão amarelo. Acho que ele nem levou.
E ficou nisso. Com vaias, é claro
Confesso que ficou um cheiro de “Série C”. Ainda está cedo, ok. Mas só o fato de temer isso já é preocupante. Dos dois lados, é bom ressaltar.
Ainda bem que o jogo foi no sábado. Rubro-negros e alvirrubros não mereciam perder um domingo no Recife com uma partida tão fraca.
Foto: Ricardo Fernandes/DP

sportnauticoUm dos piores clássicos que já vi na Ilha do Retiro.

Uma arbitragem fraca, sem pulso, conivente.

Dois times longe de um primor técnico.

O Sport com uma falta de articulação no meio-campo que irrita qualquer um. Que faz o torcedor sair do estádio sem outro assunto para conversar.

O Náutico com um time de meninos, com sete jogadores da base em campo. O que não é sinônimo de qualidade. Para isso, falta muito ainda. Era uma equipe remendada.

Um técnico experiente, mas sem ousadia alguma para mexer na equipe, mantendo 3 zagueiros por mais 30 minutos de prorrogação se fosse o caso neste sábado.

O outro, interino, contava os minutos para deixar a área técnica, consciente de que o elenco timbu não reunia forças.

Um empate justo. No placar, 1 x 1. Mas até os gols mostram o baixo nível da partida.

O primeiro, depois de uma linha de impedimento absurdamente mal feita pela zaga alvirrubra, mesmo com o lançamento (um “balão”, na verdade) de Dutra. Na hora de finalizar, Wilson teve o seu mérito. Mas o time não embalou.

Depois, uma cobrança de falta de Hamilton, que em 2009 vestia a camisa do Sport. Com o uniforme do Náutico – e também com a braçadeira de capitão, por causa da ausência de Carlinhso Bala -, o volante abusou da pegada forte, mas também ficou marcado com o gol de falta. Mas “daquele” jeito, né…

Num frango de Magrão! Os gigantes também falham, Magrão. E mais de uma vez, como no caso do paredão leonino, que já não havia ido bem na última quarta.

No fim, uma expulsão pra cada lado, numa situação mal dirigida pelo árbitro Carlos Costa, que até ali não sabia o que era cartão amarelo. Acho que ele nem levou.

E ficou nisso. Com vaias, é claro

Confesso que ficou um cheiro de “Série C”. Ainda está cedo, ok. Mas só o fato de temer isso já é preocupante. Dos dois lados, é bom ressaltar.

Ainda bem que o jogo foi no sábado. Rubro-negros e alvirrubros não mereciam perder um domingo no Recife com uma partida tão fraca.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Botafogo x Vasco. Acabaram os Ingressos



Chegou ao fim, neste sábado, a venda de ingressos para a final da Taça Guanabara, que acontece neste domingo, às 17h (de Brasília), entre Vasco e Botafogo, no Maracanã. A informação foi divulgada pela empresa Ingresso Fácil, responsável pela impressão e comercialização das entradas. O dia foi de filas em São Januário, no Maracanã e nos demais pontos de venda.

Foram postos à venda um total de 66.957 ingressos. Na quinta, 16.637 foram comercializados, já noite desta sexta-feira, 48.555 já haviam sido adquiridos pelas duas torcidas e, enfim, se acabaram no terceiro dia de vendas.

Não haverá venda de entradas no domingo no Maracanã e nem nos demais pontos de venda.

Novo Sócio do Site


Marcello, é o novo colaborador do site, ele me ajudará com as postagens do Blog.
Ele é torcedor do Fluminense e não esconde de ninguem isso.
Contatos:
Perfil no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=18121161964864748097
Twitter: http://twitter.com/marcello_neves1
MSN: marcelinho_tyf@hotmail.com
Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?ref=profile&id=1808960260

Vasco x Botafogo


Domingo, as 17 horas teremos a grande final da taça guanabara do campeonato carioca 2010.
Para muitos essa seria uma final improvável pelo fim de ano dos 2 clubes.
Vasco que voltou da Série B, com um time instável e até duvidoso, e Botafogo que soou para continuar na Série A. Pelo fim de ano, o prático seria dizer que a Final do Carioca seria Flamengo x Fluminense, tanto pelo titulo brasileiro de um, como a íncrivel reação do outro.
Vasco e Botafogo coloca a frente os 2 times que apostaram em novos elencos e será uma ótima chances de ver duelos aparte com Lucio Flavio x Carlos Alberto e Abreu x Dodô.

O clássico de Roger






Era tudo o que Adílson Batista queria, às vésperas do segundo (e já decisivo) jogo do Cruzeiro, pela fase de grupo da Libertadores – quarta-feira, às 19h30min, contra o Colo-Colo, no Mineirão. Ganhar do Atlético, maior rival, era o empurrão que a Raposa precisava para esquecer as duas expulsões de Gilberto, a derrota para o Velez Sarsfield e as críticas precipitadas (e equivocadas) à qualidade e ao potencial do time. Perfeito para os azuis. O placar final de 3 a 1 no clássico (gols de Gil, Leonardo Silva e Roger, com bela estréia) foi perfeito pensando no ontem, no hoje e no amanhã.

Era tudo o que Vanderlei Luxemburgo não queria, às vésperas da estréia do Atlético na Copa do Brasil – quarta-feira, em Rio Branco, contra o Juventus -, e para acalmar dirigentes e torcedores, inconformados com o péssimo início de temporada. A derrota para o Cruzeiro marcou a quinta partida do Galo no Estadual, com o currículo parcial de uma vitória, três empates e uma derrota. Até agora o time está em sexto, mas pode cair após o complemento da rodada, no domingo. As cornetas recrudescerão, a pressão, idem, e mesmo com o equilíbrio no clássico e com o bom elenco que tem à disposição, Luxemburgo terá que se virar nos 30 para explicar porque a largada foi tão morna.

Luxemburgo lembra que o time teve mais volume de jogo. E que foi prejudicado pelo gol mal anulado de Diego Tardelli. Mas o fato é que o Galo não fez o resultado. E que completou oito jogos em Estaduais sem vencer o Cruzeiro. Não é motivo para crise. Porém, a inquietação é até saudável. É hora de o treinador, mesmo com o bom desempenho no clássico perdido, detectar onde estão os problemas que não fazem o time deslanchar. É o momento de blindar Muriqui, cobrado demais pelos torcedores. E de admitir que a entrada de Roger, do lado azul, rendeu muito mais do que a de Obina, todo enrolado. Não seria mais eficiente ter posto Marques mais cedo e tentado descentralizar os ataques?

Pelo lado do Cruzeiro, deu tudo certo. O time fez um jogo equilibrado, teve dificuldades contra o Atlético, mas efetivamente ganhou a partida na entrada de Roger, que fazia sua estréia. Ele acendeu o jogo, pôs aceleração no time, acertou a cobrança de escanteio para Leonardo Silva fazer 2 a 1 e sacramentar a partida com um chutaço de fora da área.

Que o Cruzeiro aproveite a vitória e ganhe tranquilidade para enfrentar o Colo-Colo, cravar três pontos e afastar a tensão do início tumultuado de Libertadores. A Raposa tem time para ganhar a Libertadores. Mas não pode perder para ela própria. E o Galo precisa aproveitar o momento instável para dar confiança ao grupo, aprimorar a tática e espantar os cornetas. Nesse momento, o melhor reforço atende por serenidade.

O mais óbvio dos divórcios

muircyO rompimento entre Palmeiras e Muricy Ramalho é o típico divórcio onde nenhuma das partes tem razão.

Muricy Ramalho finalmente admitiu o óbvio, após receber o cartão vermelho da diretoria palmeirense: falta ousadia aos dirigentes verdes e o time precisa de reforços… Se ele sempre soube disso, porque sempre se negou a admitir? Quis preservar o grupo? Menos, Muricy. Quem ficou sem o emprego foi você.

A diretoria do Palmeiras achou que bastaria contratar Muricy Ramalho para que o time começasse a ganhar tudo. Foi assim no São Paulo, mas havia uma diferença abissal entre o elenco que o treinador tinha para trabalhar no Morumbi e agora, no Palestra Itália. Nem um grupo titular fechado a diretoria deu a Muricy, quando mais um plantel completo. Assim mesmo, os números do técnico ficaram abaixo do esperado nos seis meses em que dirigiu o Palmeiras: 34J, 13V, 11E, 10D. Aproveitamos de 49.1%. Dados medíocres e que, infelizmente, justificam a degola óbvia e com cheiro de lugar-comum.

zagoAté porque, diferentemente do que prega Muricy, é difícil ver alguma evolução num time que só venceu cinco dos últimos 20 jogos, sequer se classificou para a Libertadores após três meses na liderança do Brasileirão, só ganhou três de nove jogos desse fraquíssimo Paulistão, no qual, diga-se de passagem, ocupa a oitava colocação.

Enfim, Muricy tem muito do que reclamar da diretoria verde. E os cartolas também tem motivos para não querer vê-lo tão cedo pelos arredores do Palestra Itália. E, sinceramente, o nome de Antonio Carlos Zago pode trazer um efeito positivo para o Palmeiras nesse momento. Foi jogador do clube num período feliz e vencedor da história do clube, conhece os corredores e os cornetas que por lá transitam e é um treinador emergente, por mais que sempre carregue muita polêmica junto com seu trabalho.

Zago fez um trabalho razoável como diretor do Corinthians, tirou o São Caetano do 16º lugar na Série B e terminou num bom sétimo lugar, mesma posição que o Azulão agora ocupa no Campeonato Paulista. Sem contar a última e ótima atução do time na goleada de 4 a 1 sobre o mesmo Palmeiras.

Enfim, Antonio Carlos Zago chega. Que o deixem trabalhar. E que lhe ofereçam condição, time e elenco para isso. Muricy sai. Por baixo, sem resultados, sem paz e sem rumo. Não ficará desempregado. Ele é muito bom treinador. Mas seu trabalho naufragou no Palestra. E seu destempero nos últimos tempos só ilustrava seu desconforto. Até prova em contrário, Muricy e o Palmeiras não nasceram um para o outro

Atlético ou Cruzeiro?


Baita clássico hoje à tarde, no Mineirão. Mas temo pelas consequências que um eventual mau resultado possa trazer para qualquer um dos dois. A Raposa, com um time capaz de ser campeão da Libertadores, estreou com derrota contra o Velez e precisa vencer o Colo-Colo, quarta-feira, no Mineirão. Um tropeço contra o Galo não pode aumentar a pressão para o meio da próxima semana. Adílson Batista e sua diretoria precisam isolar as duas competições. O peso de uma é muito maior do que da outra. Claro: é bom ganhar as duas, mas é preciso estabelecer prioridades. E o Cruzeiro sabe muito bem, de cor e salteado, qual é a sua missão número 1 em 2010.

O mesmo vale para o Atlético Mineiro. Início titubeante de Vanderlei Luxemburgo. Em quatro jogos no Campeonato Mineiro, só ganhou um e empatou 3. Se vencer o clássico, zera a pedra e vai em frente. Se tropeçar, Luxemburgo, Kalil & Cia terão que blindar o time, que é bom e precisa ser preservado nesse início de temporada. O Galo está se remontando. E ainda é cedo para cobranças exageradas. E, como o Cruzeiro, a missão número 1 não é o Estadual, mas sim a Copa do Brasil: o Atlético estréia quarta, em Rio Branco, contra o Juventus, do Acre.

Em resumo: Atlético Mineiro e Cruzeiro tem ótimos times, devem fazer ótima temporada, são candidatos a muita coisa e não podem abreviar nenhum trabalho e planejamento por conta de um clássico que, definitivamente, ainda não decidirá nada.

Paz sempre!



Quem segue o exemplo e mostra espírito esportivo é um casal de namorados flagrado pela reportagem na cadeira especial do Mineirão. O atleticano Hefren Costa, de 23 anos, e a cruzeirense Lívia Carvalho, de 19, namoram há cinco anos.

- Ele já tentou me levar para o lado do Atlético, mas não teve jeito. Sou cruzeirense e ponto final – disse Lívia, que é estudante de engenharia de produção.

Administrador de empresas, Hefren rebateu:

- É impossível eu virar folha também.

Para assistir ao jogo, eles viajaram 200 quilômetros de Arcos, na região centro-oeste de Minas, até Belo Horizonte. Cada um, claro, tem um palpite diferente.

- Vai ser 3 a 0 para o Galo, dois gols de Barack Obina e um de Muriqui – cravou Hefren.

- Que nada. Vai dar2 a 0 para o Cruzeiro, um de Kléber e um de Thiago Ribeiro – respondeu Lívia.

Diferentemente desse clima, a situação chegou a ficar tensa por volta das 13h30, na parte externa do Mineirão, nas proximidades do hall principal, quando torcedores de uma facção cruzeirense se dirigiram à área onde fica uma facção atleticana.

Os rivais chegaram a atirar pedras uns nos outros, mas não houve confronto físico, já que a polícia militar agiu rapidamente e controlou o tumulto, dispersando os cruzeirenses para o lado oposto.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Muricy Ramalho é demitido: esperança e queda em seis meses de Palestra Itália



Foram seis meses de angústias, crises e problemas à frente do Palmeiras. Depois da derrota de 4 a 1 para o São Caetano, na última quarta-feira, pelo Campeonato Paulista, o técnico Muricy Ramalho foi demitido nesta quinta.

- Agradeço o apoio da torcida que colaborou e sempre me apoiou. Deixo amigos no clube e desejo sorte ao Palmeiras - disse Muricy, que foi ao CT à tarde para se despedir do grupo.

Coincidentemente, o nome preferido da diretoria para assumir o comando da equipe é Antônio Carlos, técnico do São Caetano e ex-jogador do Verdão. Enquanto isso, Parraga, técnico do Palmeiras B, fica no cargo como interino.

Juntamente com Muricy, o auxiliar Tata também se desligou do Palmeiras. Outro que saiu, após ter o pedido de demissão aceito por Belluzzo, foi o gerente de futebol Toninho Cecílio. Nos últimos jogos, além da comissão técnica, a diretoria alviverde vinha sendo alvo de críticas por parte da torcida.

Esperança e frustração no Palestra

Apontado como um dos melhores técnicos do Brasil, ele não conseguiu repetir o sucesso que teve no rival São Paulo - onde foi tricampeão nacional - em sua passagem pelo Palestra Itália. A goleada sofrida dentro da casa palmeirense sacramentou a queda do técnico que se considera "bom pra caramba", como disse Muricy, há uma semana, em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM. Nesta quinta, após duas reuniões de dirigentes e conselheiros com o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, ficou acertada a saída do treinador (assista, no vídeo ao lado, aos lances do último jogo de Muricy à frente do Verdão).

A queda de Muricy se arrastava há algum tempo. Contratado no meio do ano passado para substituir Vanderlei Luxemburgo, o treinador inflou a confiança de Belluzzo, que afirmou que não havia contratado o tricampeão brasileiro para ser quinto colocado do Nacional. Pois foi justamente o que aconteceu.

MURICY RAMALHO NO PALMEIRAS
34 JOGOS
13 VITÓRIAS
11 EMPATES
10 DERROTAS
49,1% DE APROVEITAMENTO

Muricy assumiu o comando do Alviverde depois de uma vitória por 3 a 0 sobre o Corinthians, substituindo o ainda interino Jorginho (hoje no Goiás). Com a equipe do Palestra Itália, passou quase três meses na liderança do Campeonato Brasileiro. No entanto, na fase decisiva da competição, a equipe caiu de rendimento. Muricy perdeu jogadores que formavam a espinha dorsal da equipe - o zagueiro Maurício Ramos, o meia Cleiton Xavier e o volante Pierre - para o departamento médico.

E o time que chegou a liderar a competição com até cinco pontos de vantagem sobre o segundo colocado acabou de mãos abanando. Sem título, sem vaga na Taça Libertadores de 2010. Sem Vagner Love, que se mandou para o Flamengo depois de se envolver em uma confusão com três torcedores. Sem Obina e Maurício, que brigaram no intervalo da derrota para o Grêmio e acabaram sendo desligados do clube. Crises que Muricy acabou superando com muito custo, apoiado sempre pelo presidente Belluzzo, mesmo quando membros da diretoria pediam a sua cabeça, no fim da temporada passada.

Garantido no comando para 2010, Muricy pediu reforços para não sofrer com a falta de opções. Dos seus indicados, vieram os volantes Edinho e Márcio Araújo, o zagueiro Léo e o meia Lincoln. Mas o time seguiu sem engrenar. A derrota para o São Caetano encerrou seu conturbado ciclo no Palestra Itália. Em meio ano no clube, ele conquistou 50 dos 102 pontos disputados: foram 13 vitórias, 11 empates e dez derrotas.

A esperança verde de, sob o comando de Muricy Ramalho, acabar com uma fila de quase 16 anos sem conquistar o Campeonato Brasileiro, terminou de maneira melancólica. E no vitorioso currículo do treinador, entra uma mancha de fracasso.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Sem brilho e com expulsão, misto do Cruzeiro vence a Caldense


O time não jogou bem, as expulsões voltaram a ser uma preocupação, mas o Cruzeiro conseguiu deixar para trás os problemas e, mesmo com um time misto, saiu de campo com os três pontos. Com gols de Wellington Paulista e Gilberto, a Raposa derrotou a Caldense por 2 a 0 no estádio Ronaldo Junqueira, em Poços de Caldas.

Com o resultado, o Cruzeiro assume a vice-liderança do Campeonato Mineiro, com nove pontos, um a menos que o Democrata, primeiro colocado. No entanto, o clube celeste ainda corre risco de perder pontos no TJD-MG. O time recebeu de volta, na última sexta, os pontos da partida com o Uberlândia, mas o caso ainda irá novamente a julgamento. A Caldense segue na zona de rebaixamento, na penúltima posição, com apenas dois pontos.

Confira a classificação e a tabela do Campeonato Mineiro

Agora, as equipes voltam a jogar apenas no próximo fim de semana, já pela sexta rodada (os dois times disputaram suas partidas da quinta rodada em março). No sábado, às 17h (de Brasília), o Cruzeiro fará o clássico com o Atlético-MG. A Caldense entra em campo no domingo, às 16h, contra o Uberlândia, novamente no Ronaldão.

Dez minutos para sequer respirar

Movimentado é pouco para explicar o que foram os primeiros dez minutos do jogo. Logo aos quatro, Bernardo cobrou escanteio, Thiago Heleno desviou e Wellington Paulista, livre na área, cabeceou para abrir o placar para o Cruzeiro. Na comemoração, o jogador subiu no alambrado e levou um cartão amarelo que iria custar caro pouco depois. Aos oito minutos, o atacante da Raposa deu um empurrão em Fábio Paulista, recebeu o segundo amarelo e foi expulso.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A partir de Amanhã! Campeonato Mineiro

Roberto Carlos é punido e nao joga contra a Portuguesa





O Corinthians não contará com o lateral esquerdo Roberto Carlos na partida contra a Portuguesa, no sábado de Carnaval, no Canindé. Apesar dos apelos do técnico Mano Menezes e do advogado João Zanforlin, o veterano foi punido com dois jogos de suspensão pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) paulista nesta segunda-feira.

Roberto Carlos foi julgado com base no artigo 254 (praticar jogada violenta) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), pela expulsão aos 8 minutos do primeiro tempo do clássico contra o Palmeiras. Como já cumpriu suspensão diante da Ponte Preta, o jogador só precisará ficar afastado por mais uma partida.

No julgamento, o advogado João Zanforlin apresentou um vídeo com as imagens do carrinho de Roberto Carlos e argumentou que a punição do jogador seria "mais uma injustiça". "Ele tentou acertar a bola. Estamos repatriando estrelas, jogadores técnicos, que não tem deslealdade. Lá fora, a arbitragem é diferente", afirmou, sem conseguir convencer os auditores do TJD.

Com o desfalque de Roberto Carlos, Mano Menezes tem Escudero e Dodô como opções para compor a lateral esquerda do Corinthians diante da Portuguesa. O argentino foi muito criticado no confronto com a Ponte Preta e poderá perder espaço na equipe titular.

"Nosso elenco é grande e forte. Isso nos dá tranquilidade, mesmo sem o Roberto Carlos. Temos o Escudero e o Dodô, que é um jovem de qualidade. O Corinthians está muito bem servido em todas as posições", assegurou o zagueiro e capitão William.

Cheios de Molecagem




No que depender de Robinho, Neymar deve seguir com seus dribles, assim como Paulo Henrique Ganso. ‘Veterano’ perto dos novos meninos da Vila Belmiro na arte das canetas nos adversários, o atacante santista afirma que seus discípulos não podem se intimidar com a marcação dos rivais.

Robinho se consagrou na final do Brasileiro de 2002, especialmente por causa de um drible. Ainda no primeiro tempo da partida com o Corinthians,o camisa 7, então com 18 anos, deu oito pedaladas para cima do volante Rogério, do Timão. Sem recursos, o atleta do time do Parque São Jorge derrubou o atacante na área. O pênalti convertido com perfeição abriria caminho para os 3 a 2 e, consequentemente, o título santista na competição.

Toda minha carreira foi assim, com os marcadores chegando forte. Também fiquei mais forte e caio menos que antes. Mas os garotos têm de jogar para frente mesmo, com alegria. O Neymar tem que continuar pedalando, e o Paulo Henrique dando ‘caneta’, sempre para frente. Se acontecer alguma jogada desleal, o juiz estará aí para ver – disse Robinho, de 26 anos.

Na vitória alvinegra sobre o São Paulo, no último domingo, o camisa 7 aprontou das suas. Depois de dar dribles e pedalar algumas vezes, Robinho decretou os 2 a 1 no placar com um belo gol de letra, aos 40 minutos do segundo tempo. O resultado deixou o Santos novamente na liderança do Campeonato Paulista, com 16 pontos.

- Vim para cá em busca da felicidade, e nada melhor do que jogar bem. Eu me cobro muito e fico triste quando não estou bem, sei da minha responsabilidade. Hoje deixei muita gente feliz e estão todos de parabéns – afirmou Robinho.

Fla vence e termina na ponta!

Não foi preciso ter Adriano e Vagner Love em campo para o Flamengo derrotar o Boavista por 2 a 1, neste domingo, em Volta Redonda. Com assistências de Vinícius Pacheco, Bruno Mezenga e Kleberson garantiram o primeiro lugar do Grupo A. Edson descontou .Com isso, o Flamengo disputará a semifinal da Taça Guanabara contra o Botafogo, segundo colocado do Grupo B. O jogo será na Quarta-Feira de Cinzas, dia 17, às 21h50m , no Maracanã. O vencedor disputará a final, dia 21, contra Vasco ou Fluminense, que se enfrentam no sábado de carnaval, dia 13.

Com a classificação para a semifinal garantida antes mesmo de entrar em campo, Andrade poupou vários titulares. Ronaldo Angelim e David, com dois cartões amarelos, corriam o risco de ser suspensos. Adriano, com um problema no pé esquerdo, e Vagner Love, com dores musculares na coxa direita, foram vetados por precaução.

Petkovic está afastado (deve voltar ao time na semifinal), Willians recupera-se de um problema no tornozelo direito e Toró cumpriu suspensão por ter sido expulso contra o Olaria, na última quarta-feira. Com tudo isso, Andrade deu chances a Fabrício, Lenon e Bruno Mezenga, que formou ataque com Vinícius Pacheco. E Fierro ganhou uma vaga no meio de campo.

Fla domina, Boavista assusta

Marcado para as 19h30m (horário de Brasília), o jogo começou com cinco minutos de atraso pelo fato de o Boavista ter demorado a entrar em campo. Mas o time de Saquarema não perdeu tempo e, logo no primeiro minuto, assustou em cabeçada Pessanha, bem defendida por Bruno.

A partir daí, o Flamengo passou a ter mais posse de bola e a dominar as ações, principalmente em jogadas puxadas por Vinícius Pacheco. Mas quando chegava ao ataque, o time errava o último passe ou concluía mal. Só um chute de Bruno Mezenga, aos 16 minutos, passou perto do gol e animou a torcida.

Poucos minutos depois, logo após o tempo técnico, Fernando teve a oportunidade de abrir o placar. O volante subiu sozinho dentro da área, mas cabeceou para fora.

A resposta do Boavista veio logo em seguida. Tony arriscou um chute de fora da área e pegou Bruno de surpresa. O goleiro ainda raspou na bola, que carimbou o travessão. Aos 40, o Flamengo teve a chance mais clara do primeiro tempo. Fernando desarmou no meio de campo e lançou Mezenga. O atacante dominou e encontrou Vinícius Pacheco livre na grande área. Era só tirar do goleiro Vinícius que, no entanto, evitou o gol com o pé direito.


Mas aos 45, não teve jeito, e o gol saiu após jogada muito bem trabalhada. Depois de troca de passes no meio, Juan lançou Pacheco na linha de fundo, pelo lado esquerdo. Ele levantou a cabeça e cruzou com perfeição para Mezenga cabecear, no segundo pau, e marcar seu terceiro gol como profissional do Flamengo, o terceiro em Volta Redonda.

Juiz erra ao anular gol do Boavista

O Boavista novamente voltou a atrasar o início do jogo. Sem qualquer modificação nos dois times no intervalo, o Flamengo voltou a campo como no primeiro tempo: controlando o jogo. Logo aos quatro minutos, poderia ter ampliado o placar. Juan puxou contra-ataque rápido pela esquerda e adiantou a bola para Vinícius Pacheco. Este deu um toque rasteiro para tentar tirar do goleiro, que conseguiu fazer a defesa.

Mas numa desatenção da zaga, o Fla cedeu o empate. Aos 11 minutos, Tony cobrou escanteio no primeiro pau, e Edson subiu mais alto que Fernando: 1 a 1 no placar. O time da Gávea sofreu gols nos sete jogos disputados na Taça Guanabara até aqui.

Fragilidade defensiva à parte, o Flamengo não sentiu o golpe e passou a apertar para desempatar. Bastaram quatro minutos para Vinícius Pacheco cruzar da esquerda e Kleberson escorar para o gol: 2 a 1.


Aos 24 minutos, nova bobeada da zaga rubro-negra. Tony cobrou falta do lado esquerdo do ataque no primeiro pau. A bola foi desvida para o segundo, onde Edson completou para o gol. Para sorte do Flamengo, o auxiliar se equivocou e levantou a bandeira, assinalando impedimento do zagueiro do Boavista.


Desorgazinado e exposto, o Flamengo tomou outro susto. Em falta na meia lua, Paulo Rodrigues quase acertou o ângulo esquerdo de Bruno. Os lances fizeram Andrade mexer na equipe: tirou Fierro e Leonardo Moura para as entradas de Denis Marques e Everton Silva.

O Boavista ainda tentou pressionar, buscando o empate. O Flamengo avançava pouco, mas dava trabalho quando Juan e Pacheco se entendiam pela ponta esquerda. Numa das jogadas do lateral, a bola acabou sobrando para Fernando, que arriscou chute rasteiro de longe. No caminho, Denis Marques dominou, fez o giro e quase ampliou - Vinícius fez boa defesa.

Faltando três minutos para o fim, Andrade tirou Juan, que deixou o campo aplaudido, e pôs o zagueiro Welinton para segurar o resultado. O time se fechou atrás, e o Boavista tentou o gol. Numa falta cobrada por Tony, Bruno fez boa defesa e garantiu a vitória rubro-negra.

Campeonato Carioca

Campeonato Paulista

Campeonatos Estaduais!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Confiante, Thiaguinho espera colocar pulga atrás da orelha do técnico Cuca


Thiaguinho entrou durante a partida do Fluminense contra o Boavista, quinta-feira, no Maracanã, e resolveu a vida do Tricolor com dois gols nos minutos finais (o jogo terminou 3 a 0). A boa atuação serviu para encher o lateral-direito de confiança. Agora, ele, que tem a confiança do técnico Cuca desde os tempos de Botafogo, espera ganhar mais espaço na equipe.

Contra o Olaria, no entanto, ele não deve ser escalado, já que está pendurado com dois cartões amarelos. A partida acontece neste domingo, às 19h30m, no Engenhão.

- Tenho que aproveitar qualquer brecha para tentar colocar mais uma pulguinha atrás da orelha do Cuca. É importante receber elogios do treinador e saber que ele pode contar comigo. Isso é gratificante e faz com que eu dê o máximo - disse o jogador.

A velocidade, talvez o principal ponto forte do jogador, foi bastante exercitada desde que ele era criança.

- Quando era moleque, corri atrás de muita pipa em Nova Iguaçu - contou.

Vagner Love sente dores na coxa e dará lugar a Bruno Mezenga contra o Boavista


Vagner Love está fora do jogo do Flamengo contra o Boavista, domingo, às 19h30m, em Volta Redonda. O atacante sentiu dores na coxa direita e foi vetado. O ataque será formado por Adriano e Bruno Mezenga.

Love não será o único titular ausente na última rodada da primeira fase. Com o time já classificado para a semifinal, o técnico Andrade decidiu poupar Ronaldo Angelim. A defesa será formada por Álvaro e Fabrício. Além disso, David, pendurado com dois cartões amarelos, não entrará em campo, afastando assim o risco de ficar fora da semifinal. Já Toró, expulso contra o Olaria, cumpre suspensão automática.

Willians ainda não está recuperado da contusão no tornozelo esquerdo e continua fora. O time terá Bruno, Léo Moura, Álvaro, Fabrício e Juan; Lenon, Fernando, Kleberson e Vinícius Pacheco; Adriano e Mezenga.